sexta-feira, 11 de agosto de 2017

44 Anos do nascimento do Hip Hop

Fonte: Winkpedia

Hip hop é um gênero musical, com uma subcultura iniciada durante a década de 1970, nas áreas centrais de comunidades jamaicanas, latinas e afro-americanas da cidade de Nova Iorque. Afrika Bambaataa, reconhecido como o criador do movimento, estabeleceu quatro pilares essenciais na cultura hip hop: o rap, o DJing, breakdance e o graffiti. Outros elementos incluem a moda hip hops.

Desde quando surgiu primeiramente no South Bronx, a cultura hip hop se espalhou por todo o mundo. No momento em que o hip hop surgiu, a base concentrava-se nos disc jockeys que criavam batidas rítmicas chamadas "loop" (pequenos trechos de música em repetições contínuas) em dois turntables (pick ups ou toca discos), que atualmente é referido como sampling. Posteriormente, foi acompanhada pelo rap (abreviatura de rhythm and poetry ou ritmo e poesia em inglês) com uma técnica vocal diferente para acompanhar os loops dos DJs. Junto com isto, surgiram formas diferentes de danças improvisadas, como a breakdance, o popping e o locking.

A relação entre o grafite e a cultura rap music surgiu quando novas formas de pintura foram sendo realizadas em áreas onde a prática dos outros três pilares do hip hop eram frequentes, com uma forte sobreposição entre escritores de grafite e de quem praticava os outros elementos.

O termo "hip" é usado no Inglês vernáculo afro-americano (AAVE) desde 1898, onde significa algo atual, que está acontecendo no momento; e "hop" refere-se ao movimento de dança. Keith "Cowboy" Wiggins e Grandmaster Flash são creditados com a primeira aplicação do termo hip hop, em 1978, ao mesmo tempo que Flash provocava um amigo que acabava de ingressar ao Exército dos Estados Unidos, proferindo as palavras "hip/hop/hip/hop", imitando a cadência rítmica dos soldados. Mais tarde, Cowboy determinou a cadência como uma referência para o MC no palco. Como os grupos frequentemente eram compostos por um DJ e um rapper, os artistas foram chamados de "hip-hoppers". O nome originalmente foi concebido como um sinal de desrespeito, mas logo veio a identificar-se com esta nova forma de música e cultura.

As canções "Rapper's Delight", do grupo Sugarhill Gang e "Superrappin", de Grandmaster Flash foram lançadas em 1979 e obtiveram um alto sucesso. Dois anos depois, Lovebug Starski, DJ do Bronx, lançou um single intitulado "The Positive Life", com referências a rappers. Então, DJ Hollywood utilizou o termo para se referir a um novo estilo de música, chamado rap. O pioneiro do hip hop Afrika Bambaataa reconhece Starski como a primeira pessoa a utilizar o termo "hip hop", para se referir a esta cultura.


O hip-hop emergiu em meados da década de 1970 nos subúrbios negros e latinos de Nova Iorque. Estes subúrbios, verdadeiros guetos, enfrentavam diversos problemas de ordem social como pobreza, violência, racismo, tráfico de drogas, carência de infra-estrutura e de educação, entre outros. Os jovens encontravam na rua o único espaço de lazer, e geralmente entravam num sistema de gangues, as quais se confrontavam de maneira violenta na luta pelo domínio territorial. As gangues funcionavam como um sistema opressor dentro das próprias periferias - quem fazia parte de algumas das gangues, ou quem estava de fora, sempre conhecia os territórios e as regras impostas por elas, devendo segui-las rigidamente.

Esses bairros eram essencialmente habitados por imigrantes do Caribe, vindos principalmente da Jamaica. Por lá, existiam festas de rua com equipamentos sonoros ou carros de som muito possantes chamados de Sound System (carros equipados com sistemas de som, parecidos com os trios elétricos). Os Sound System foram levados para o Bronx, um dos bairros de Nova Iorque de maioria negra, pelo DJ Kool Herc, que com doze anos migrou para os Estados Unidos com sua família. Foi Herc quem introduziu o Toaster (modo de cantar com levadas bem fraseadas e rimas bem feitas, muitas vezes bem politizadas e outras banais e sexuais, cantadas em cima de reggae instrumental), que daria origem ao rap.

Neste contexto, nasciam diferentes manifestações artísticas de rua, formas próprias, dos jovens ligados àquele movimento, de se fazer música, dança, poesia e pintura. Os DJs Afrika Bambaataa, Kool Herc e Grand Master Flash, GrandWizard Theodore, GrandMixer DST (hoje DXT), Hollywood e Pete Jones, entre outros, observaram e participaram destas expressões de rua, e começaram a organizar festas nas quais estas manifestações tinham espaço - assim nasceram as Block Parties.

As gangues foram encontrando naquelas novas formas de arte uma maneira de canalizar a violência em que viviam submersas, e passaram a frequentar as festas e dançar break, competir com passos de dança e não mais com armas. Essa foi a proposta de Afrika Bambaataa, considerado, hoje, o padrinho da cultura hip-hop, o idealizador da junção dos elementos, criador do termo hip-hop e por anos tido como "master of records" (mestre dos discos), por sua vasta coleção de discos de vinil.

DJ Hollywood foi um DJ de grande importância para o movimento. Apesar de tocar ritmos mais pop como a discoteca, foi o primeiro a introduzir, em suas festas, MCs que animavam com rimas e frases que deram início ao rap. Os MCs passaram a fazer discursos rimados sobre a comunidade, à festa e outros aspectos da vida cotidiana. Taki 183, o grande mestre do Pixo, fez uma revolução em Nova Iorque ao lançar suas "Tags" (assinaturas) por toda cidade, sendo noticiado até no The New York Times à época. Depois dele vieram Blade, Zephyr, Seen, Dondi, Futura 2000, Lady Pink, Phase 2, Cope2 entre outros.

Em 12 de novembro de 1973, foi criada a primeira organização que tinha em seus interesses o hip hop. Sua sede estava situada no bairro do Bronx. A Zulu Nation tem, como objetivo, acabar com os vários problemas dos jovens dos subúrbios, especialmente a violência. Começaram a organizar "batalhas" não violentas entre gangues com um objetivo pacificador. As batalhas consistiam em uma competição artística.


Hip Hop e a música eletrônica
Entre as diferentes manifestações artísticas do movimento hip hop, a música se insere como papel primordial para inúmeras variações existentes em nossos dias. Além dos DJs, MCs, das mixagens e do rap, a bateria eletrônica e os sintetizadores complementaram o âmbito das discotecas. Tudo começou quando Afrika Bambaataa resolveu criar uma batida base para suas músicas inspirando-se num álbum do grupo musical criador do estilo techno, Kraftwerk. Surgia o eletrofunk, que, por sua vez, derivou-se em muitos outros estilos, como, por exemplo, o miami bass e o freestyle.[15]

É importante observar que esta junção entre o então nascente movimento hip hop e a música eletrônica não poderia haver ocorrido se não houvesse ocorrido o desenvolvimento da tecnologia musical orientado pelo desenvolvimento da estética e da técnica da música eletrônica. A música eletrônica, que até o surgimento do grupo Kraftwerk, era uma música exclusivamente erudita, começou então a desenvolver uma versão desta linguagem musical para o âmbito da música popular.

Apesar da classificação acima para a música da banda Kraftwerk referi-la como techno, na verdade, não há um termo preciso para definir seu estilo, sendo preferível referir-se genericamente a tal estilo apenas como música eletrônica popular, pois o estilo do Kraftwerk é embrionário à todos os demais. Os fundadores da banda Kraftwerk estudaram com Karlheinz Stockhausen (Flur 2003, 228) e com ele aprenderam os elementos da música eletrônica erudita da vertente alemã. Posteriormente, a vertente francesa da música eletrônica erudita (conhecida como Música Concreta) veio a colaborar ao desenvolvimento do hip hop através do desenvolvimento do conceito de sampler, o qual permite a execução do conceito de loop de forma muito mais eficiente.

O contato dos Djs com os conceitos, técnicas e equipamentos da música eletrônica, foi essencial para o desenvolvimento dos atuais estilos de música eletrônica não integrantes da cultura hip hop. Não está claro se esse contato se deu durante o desenvolvimento do hip hop ou se o mesmo se deu de forma autônoma, porém, a primeira hipótese parece mais provável. Os atuais estilos de música eletrônica popular não integrantes do hip hop começaram a se desenvolver após a perseguição sofrida pela disco music (discoteca no Brasil) nos EUA. Os Djs dos clubes de disco music ao verem os novos lançamentos de disco music minguarem, passaram a utilizar os equipamentos da música eletrônica para produzir novos lançamentos. Daí surgiriam a house music, a techno music, entre outras, que no Brasil são pejorativamente e genericamente taxadas como "bate-estaca" e que compõem o universo dos estilos não integrantes do universo hip hop. Atualmente, ambas as vertentes de música eletrônica, tanto a herdeira da disco music como o hip hop, flertam entre si em alguns momentos, criando pontos específicos de influência e/ou fusão de estilos, conforme pode-se observar em estilos como breakbeat, drum'n'bass e dubstep, sendo difícil manter a distinção entre ambas as vertentes. Também há que se considerar a influência de ritmos e estilos de outros universos culturais que vem adensar ainda mais a estrutura do hip hop, tais como os elementos do rock, da música latina, da música africana, entre outros, que foram utilizados em determinados momentos.

Atualmente, a música eletrônica erudita passou a adotar outra denominação para se distinguir da música eletrônica popular, autodenominando-se música eletroacústica. Além disso, a antiga divisão entre a escola alemã e a escola francesa foi abolida, resultando na fusão e reestruturação das técnicas e conceitos de ambas as escolas.


No Brasil
O berço do hip hop brasileiro é São Paulo, onde surgiu nos anos 1980, dos encontros na rua 24 de Maio e no Metrô São Bento[carece de fontes], de onde saíram muitos artistas reconhecidos como por exemplo Thaíde, DJ Hum, Racionais MC's, Rappin Hood. Na foto acima, Nelson Triunfo, um dos principais precurssores desse movimento no BRasil.



Multi-dimensionalidade do hip hop
Segundo Alejandro Frigerio, a principal característica das artes negras é seu caráter multidimensional, denso. A performance mistura, em níveis sucessivos, gêneros que para a cultura ocidental seriam diferentes e separados (músicas, poesia, dança, pintura). A interpretação, a fusão de todos esses elementos que faz dela uma forma artística que não seria equivalente à soma dos elementos separados. Para compreender a multidimensionalidade da performance, é necessário fazê-lo em seu contexto social. Fora deste contexto social, somente se compreenderiam alguns dos elementos, mas não só como um conjunto de dança, música, poesia e artes plásticas, senão como uma performance inserida num contexto social, neste caso marginal, cheio de problemas sociais, educacionais e de exclusão social. Este contexto social é o que dá sentido à performance. O hip hop, hoje em dia, dita o estilo de vida para muitas pessoas.


A importância do estilo pessoal
O diálogo entre a performance e o caráter criativo da performance, realça e reforça o estilo pessoal. "O contraponto com um interlocutor também leva ambos os performers a maiores e melhores desempenhos". O estilo pessoal é de grande importância na performance porque as características próprias de cada performance acrescentam as possibilidades de inovação e de criação de novos estilos. "Espera-se que o performer seja não só competente, mas que também possua um estilo próprio, o que pode ser observado na cultura negra urbana contemporânea, por exemplo, em todos os aspectos do 'hip-hop'". O estilo pessoal se valoriza em situações de representação, mas não é importante em todos os aspectos da vida cotidiana (estética, cumprimento, fala, etc), pois noutros momentos, é importante valorizar o respeito ao âmbito da preservação (ou âmbito da memória em contraponto ao âmbito criativo) no qual se enfatiza o valor dos códigos e tradições.


eis pilares

DJ mixando composições
DJ (disc-jockey)

Operador de discos, que faz bases e colagens rítmicas sobre as quais se articulam os outros elementos, hoje o DJ é considerado um músico, após a introdução dos scratches de GradMixer VST na canção "Rock it" de Herbie Hancock, que representa um incremento da composição e não somente um efeito. O breakbeat é a criação de uma batida em cima de composições já existentes. Seu criador, DJ Kool Herc, desenvolveu esta técnica possibilitando B.Boys a dançarem e MCs a cantarem. O Beat-Juggling já é a criação de composições pelos DJ nos toca-discos, com discos e canções diferentes. Há diversos tipos de DJs: o DJ de grupo, de baile/festas/aniversários/eventos em geral e o DJ de competição. Este por sua vez, faz da técnica e criatividade, os elementos essenciais para despertar e prender a atenção do público. Um DJ de competição é um DJ que desenvolve e realiza apresentações contendo scratchs, batidas e até frases recortadas de diferentes discos (samples). Esses DJs competem entre si usando todo e qualquer trecho musical de um vinil ou arquivos digitais ou sequencias MIDI.


 uma performance de um Dj de renome, DJ Grandmaster Flash, importante nome no movimento Hip Hop
Rap

O rap é um ritmo de música parecido com o hip hop e que engloba, principalmente, rimas. É um dos seis pilares da cultura hip hop. A tradução literal de rap é "ritmo e poesia",[16] ou seja, uma poesia feita através de rimas, geralmente feitas em uma velocidade superior à do hip hop, tendo, como exemplo, o grupo The Last Poets.[17] O rap, na maioria das vezes, é feito sem qualquer acompanhamento de instrumentos musicais tradicionais, mas geralmente é acompanhado por um Dj.


Beat Box

O termo beatbox (que, a partir do inglês, significa, literalmente, "caixa de batida") refere-se à percussão vocal do hip-hop. Consiste na arte em reproduzir sons de bateria, de sintetizador, de scratch e de samples com a voz, boca e cavidade nasal. Envolve o canto, imitação vocal de efeitos de DJs, simulação de cornetas, cordas e outros instrumentos musicais, além de outros efeitos sonoros. Muitos autores consideram o rapper norte-americano Doug E. Fresh como o grande pioneiro dessa arte. Porém, pesquisas recentes apontam para o compositor, músico e cantor brasileiro Marcos Valle como inventor do beatbox. Em 1973, Valle gravou, para seu LP "Previsão do tempo", a faixa "Mentira", na qual ele emula uma bateria com sua voz e, dessa forma, executa um padrão rítmico e uma virada. Numa entrevista de 2008 para o pesquisador acadêmico Alexei Michailowsky, Valle revelou grande surpresa ao saber que era um dos pioneiros da beatbox. Relembrando a gravação da faixa, ele afirmou que a ideia surgiu ao acaso, como uma mera experiência, lhe agradou e foi incorporada à gravação final.


MC (master of ceremonies)

Mestre de Cerimônia é o porta-voz que relata, através de rimas, os problemas, carências e experiências em geral dos guetos. Não só descreve, mas também lança mensagens de alerta e orientação. O MC tem como principal função animar uma festa e contribuir com as pessoas para se divertirem. Muitos MCs no início do hip-hop davam recados, mandavam cantadas e simplesmente animavam as festas com algumas rimas. O primeiro MC foi Coke La Rock, MC que animava as festas de Kool Herc. No Brasil, os primeiros rimadores foram Jair Rodrigues, Gabriel o pensador e grupos como Balinhas do Rap, Thaíde e DJ Hum, Racionais Mcs. Um MC é aquele que através de suas rimas mostra as várias formas de reivindicação, angústias e injustiças com as classes sociais mais desfavorecidas, mostrando o poder da transformação.



Break dance


Break Dance (B-boying, Popping e Locking), por convenção, é a denominação dada às danças de Break Dance. Apesar de terem a mesma origem, são de lugares distintos e por isso apresentam influências das mais variadas. Desde o início da década de 1960, quando a onda de música negra tomou os Estados Unidos, a população das grandes cidades sentia uma maior proximidade com estes artistas, principalmente por sua maneira verdadeira de demonstrar a alma em suas canções. As gangues da época usavam o break para disputar território: a gangue que se destacava era a que comandava o território.



A dança hip hop inclui uma grande variedade de estilos, nomeadamente breaking, locking, popping, e krumping. Breaking, locking e popping foram desenvolvidos na década de 1970 por negros e Latino-americanos. O krumping surgiu na década de 1990, em comunidades Afro-americanas, em Los Angeles. O que separa a dança do hip hop de outras formas de dança são os movimentos de improvisação (freestyle) e que os dançarinos de hip-hop frequentemente envolvem-se em disputas nas competições de dança. Sessões de freestyle e disputas geralmente são realizadas numa cypher, um espaço de dança circular que se forma naturalmente uma vez que a dança começa.

Grafitti

Expressão plástica, o grafite representa desenhos, apelidos ou mensagens sobre qualquer assunto, feitas com spray, rolinho e pincel em muros ou paredes. Sendo considerado por muitos uma forma de arte e é usado por muitos como forma de expressão e denúncia. Apenas no Brasil considera-se o ato de "pichar" diferente do ato de "grafitar". Nos Estados Unidos, por exemplo, onde o grafite surgiu, existe um nome para a modalidade "pichação" que é conhecido como "tag".


Moda

A moda do hip hop é um estilo de se vestir de origem afro-americana, caribenha e latina, que teve origem no bairro The 5 Boroughs, em Nova Iorque, e, mais tarde, influenciou em cenas do hip hop em Los Angeles, Galesburg, Brooklyn, Chicago, Filadélfia, Detroit, Porto Rico, entre outros. Cada cidade contribuiu com vários elementos para o seu estilo geral visto hoje no mundo inteiro.

Geralmente, as roupas utilizadas no hip hop são largas, para que os movimentos fiquem maiores, dando mais efeito visual para a dança. Também são utilizados bonés, muitas vezes virados para trás ou de lado, costumam usar shorts ,e, na maioria das vezes, as roupas são vistosas.

O primeiro estilista a unificar a moda convencional com o estilo do Hip Hop foi Karl Kani, que desenvolveu as primeiras calças com o formato propriamente largo. Pelo sucesso das vendas ele recebeu o título de "The Godfather of fashion Urban" e também foi eleito mais tarde pela revista People um dos 100 Afro-Americanos mais ricos do mundo.


quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Hofstetter

Hofstetter
 “Hofstetter,  o nosso carro de sonho.” Em uma época marcada pelas restrições aos veículos importados, muitos modelos brasileiros surgiram sob o nome de foras-de-série. Marcas como Puma e Miura ficaram bastante conhecidas com seus esportivos de produção reduzida.

Com desenho definido desde 1973 e apresentado no Salão do Automóvel somente em 1984, o Hofstetter causou furor com seu desenho futurista. Visivelmente baseado no protótipo Bertone Carabo, o esportivo brasileiro era muito ousado, especialmente se levarmos em consideração as limitações da indústria nacional na época.

O projeto começou a tomar forma com o dinheiro obtido pela venda de um kart. Foram compradas tábuas para fazer o molde do primeiro protótipo, fato que explica suas linhas retas. Mario Richard Hofstetter, com apenas 27 anos na época, se utilizou da experiência da empresa do pai com fibra de vidro para projetar a carroceria. Usando um chassi tubular exclusivo e motorização Volkswagen AP 2.0 turbo (inicialmente era 1.8) chegou a ótimos 175 cv. Melhor ainda era a performance: mais de 230 km/h de velocidade máxima.

A mecânica do Hofstetter era um quebra-cabeças com peças vindas de Gol GT, Passat, Chevette, Fiat 147, Corcel, Monza, Brasília, Opala, Caminhão Ford F-4000 e até um ônibus Mercedes, que fornecia a palheta para o limpador de para-brisas único. O carro sempre vinha com um memorial completo, para facilitar o proprietária na busca por peças de reposição quando necessário.


Apesar de ter apenas 1,08m de altura, as amplas portas asas-de-gaivota facilitavam a entrada de motorista e passageiro. Por dentro o carro era confortável: tinha bancos de couro anatômicos, ar-condicionado e painel revestido de camurça. Além de estiloso, usando faróis escamoteáveis (moda nos anos 1980), o carro era muito seguro, pois utilizava uma estrutura semelhante aos carros da Stock Car da época. O pneus Corsa 225/55 tambémvinham dos Opalas de corrida.

O Hofstetter fez história às vésperas da abertura da indústria automobilística às importações. Em um mercado atrasado e carente de inovações, o esportivo trouxe ousadia, estilo, desempenho e exclusividade. O plano era vender 30 carros por ano, mas o total fabricado foi de apenas 18 unidades, incluindo o primeiro protótipo. Talvez isso se deva ao alto preço, 3 vezes mais caro que um esportivo nacional da época como o Gol GT. Quem conseguir ver um Hofstetter nos dias de hoje pode se considerar um sortudo, pois está diante de um dos carros mais raros do Brasil e do mundo.



quinta-feira, 20 de julho de 2017

Corrida Espacial

No dia 20 de julho de 1969, pessoas em todo o mundo se reuniram em frente à televisão para assistir à chegada dos primeiros homens à Lua. Os astronautas americanos Neil Armstrong e Edwin Aldrin caminharam e fincaram a bandeira dos Estados Unidos no satélite terrestre quatro dias depois do lançamento da nave espacial Apollo 11, em que estavam embarcados. A conquista foi resultado de um investimento maciço em tecnologia espacial durante a Guerra Fria.
A partir do fim da Segunda Guerra Mundial (1945), o mundo passou por disputas e conflitos indiretos entre os Estados Unidos e a União Soviética. Este período ficou conhecido como Guerra Fria, já que as duas superpotências não guerrearam diretamente, mas disputaram influência política, militar, tecnológica e ideológica nos outros países do globo.




sábado, 15 de julho de 2017

Alguns Modelos da Kia Motors que passaram pelo Brasil

Listamos alguns modelos que marcaram a passagem da marca coreana pelo país de 1992 até hoje

1) Besta

Primeiro veículo oferecido pela Kia no Brasil, desde 92, a família Besta (formada por van e furgão) virou referência em transporte de cargas e passageiros nos anos 90. Curiosamente, seu nome original, "Best A" (de "O melhor da categoria A") acabou "abrasileirado". Chegou a ser montada localmente em Manaus (AM) por dois anos entre 94 e 95, e teve as vendas encerradas em 2005.


2) Picanto

O pequenino Picanto marcou a entrada da Kia no segmento de hatches pequenos. Também marcou o mercado nacional ao ser o primeiro modelo equipado com motor 1.0 3-cilindros, tendência hoje espalhada entre os rivais. Sofreu um duro golpe com as cotas do Inovar-Auto, e hoje é raro encontrar uma unidade nova nas ruas. Mudará de geração no fim do ano.



2) Ceres/Bongo

Trazido na primeira leva de veículos da Kia, em 92, o caminhãozinho Ceres é atualmente o único Kia vendido de maneira ininterrupta por aqui desde o início das operações. Só que hoje, totalmente repaginado, o modelo é chamado de Bongo e produzido em CKD no Uruguai.


sexta-feira, 14 de julho de 2017

Ford celebra os 35 anos do Escort XR3,

Ford celebra os 35 anos do Escort XR3, sonho de consumo nos anos 80 e 90

A Ford está celebrando os 35 anos do lançamento do Escort XR3 na Europa. A versão esportiva do compacto, que foi um dos maiores sucessos da marca, chegou ao Brasil um ano depois, em 1983 (com a mesma aparência do modelo europeu, mas sem injeção eletrônica), e logo se tornou o sonho de consumo de uma geração.

Batizado com a sigla de “Experimental Research 3”, o XR3 era equipado com motor 1.6 a álcool, que rendia 82,9 cv de potência. O visual marcante trazia defletor dianteiro, aerofólio traseiro, teto solar de vidro com persiana interna, faróis de longo alcance com lavadores e de neblina. O interior tinha bancos esportivos e painel bem equipado. Seu visual arrojado também garantia o melhor coeficiente aerodinâmico do mercado na época (Cx 0,385).

Em 1985, o hatch ganhou a versão conversível, um ícone da linha, com sistema de acionamento manual que facilitava a movimentação da capota e vidro vigia traseiro com desembaçador elétrico.


No modelo 1987, o XR3 foi reestilizado com linhas arredondadas e para-choques envolventes de plástico que melhoraram a aerodinâmica, além de novas rodas de alumínio, aerofólio, painel com iluminação indireta e volante com revestimento imitando couro perfurado.

Em 1989, o Escort XR3 ganhou o motor AP 1.8 de 99 cv da Volkswagen. Na linha 1990, além de aerofólio redesenhado e para-choques e saias na cor da carroceria, o conversível introduziu a capota com acionamento eletro-hidráulico. Em 1991, a série limitada XR3 Fórmula trouxe amortecedores ajustáveis com controle eletrônico, variando a carga conforme a velocidade. No fim da série, esses amortecedores passaram a ser oferecidos como opcionais no XR3 1992.

Segunda geração
A segunda geração do Escort nacional foi apresentada em 1992, com distância entre-eixos aumentada de 2,40 m para 2,52 m, que melhorou o espaço interno, e carroceria mais aerodinâmica (Cx 0,35). O XR3 ganhou motor AP 2.0 de 115,5 cv, com injeção multiponto LE-Jetronic – mais tarde trocada pela EEC-IV –, freios a disco nas quatro rodas e suspensão mais firme, além de faróis de duplo refletor e faróis de neblina no para-choque. Outra novidade da linha foi o lançamento da versão de entrada Escort Hobby, com a carroceria antiga e motor 1.6.

Em 1996, a produção do Escort saiu de São Bernardo do Campo (SP), abrindo espaço para o Fiesta brasileiro, e foi concentrada em Pacheco, na Argentina. A versão esportiva deixou o nome XR3 e passou a se chamar “Racer”. Em 1997, a família teve Escort RS, hatch com carroceria de três portas, visual esportivo e motor Zetec 1.8.

O Escort despediu-se do mercado em 2003, deixando um legado de muitos fãs e inovações durante os seus 20 anos de produção.






Primeiro modelo do Toyota Corola

#RaridaddesdoBaú   #Automóveis  #Cars
Parece o Corcel? Pois é mas não é, esse é o primeiro Toyota Corola, de 1968














sábado, 1 de julho de 2017

O Mundo dos Desenhos Animados - Parte 5 - Cartoons

Ah, quem aqui que quando criança, adolescente e ate homem mesmo, já adulto, que não ficou entretido na frente da TV, assistindo a desenhos animados?




Vamos recordar se acaso não puder ser todos, mas de uma boa quantidade desses clássicos que fizeram parte de nossas vidas?

Fantasmino, o Fantasma Galopante

Fantasmino, o fantasma galopante (The Galoping ghost, no original, em inglês) é um desenho com produção Hanna-Barbera. Estreou em 1979 e passava em conjunto com Arquivo Cãofidencial.

Fantasmino (Nugget Nose) é um fantasma, guardião de uma mina, que encontra aventura ao cavalgar seu cavalo invisível e também é guardião de Rita e Suzana (Wendy), duas vaqueiras que trabalham em um rancho, cujo proprietário é o Sr. Fofo (Fenwick Fuddy). Fantasmino sempre está brigando com o Sr. Fofo e se delicia em irritá-lo, deixando-o de mau humor. Quando as garotas estão com problemas, elas sempre podem contar com Fantasmino.

abertura


Gasparzinho, o fantasma espacial, como ficou conhecido no brasil teve um total de 26 episódios de 15 minutos cada, 13 episódios de 30 minutos e dois especiais para televisão em 1979.
Contava uma história onde o fantasminha camarada patrulhava as galáxias juntamente com os jovens Lerdo, Fundo, as garotas Max, Mini e um outro fantasma chamado Assombroso que assustava os vilões e encrenqueiros.


abertura

Jabberjaw

Jabberjaw (no Brasil: Tutubarão) é um desenho produzido pela Hanna-Barbera. O enredo mais uma vez seguia o estilo grupo de adolescentes com animal de estimação.

História
As aventuras se passavam no futuro (talvez contemporaneamente a The Jetsons) e as cidades eram no fundo do mar. O grupo era composto por Bife, o líder; Leila, uma garota esnobe; Bolha, uma loira burra; e Linguiça, o melhor amigo de Tutubarão, que era um tubarão branco bem atrapalhado. Eles formavam a banda subaquática Os Netunos. Durante as viagens em turnê, sempre acabavam cruzando com criminosos e vilões. Como para salvar o mundo só música não basta, Tutubarão e seus amigos partiam para a ação.

O desenho foi criado aproveitando o sucesso do filme Tubarão (Jaws), de Steven Spielberg, mas teve apenas uma temporada, com 16 episódios.

Tutubarão é ainda muito lembrado hoje pela sua frase: "não tem nenhum respeito!" (versão da dublagem brasileira para a frase original em inglês "No respect!", copiada do comediante americano Rodney Dangerfield [1]).

Houve muitos boatos sobre processos e que o desenho seria uma imitação de Scooby-Doo, mas o desenho não saiu do ar. Diferentemente do Scooby-Doo, Tutubarão era muito corajoso e destemido, apenas a Leila o assustava.

Brasil
No Brasil o desenho voltou ao ar em novembro de 2002, no SBT, no Bom Dia e Cia, de Jackeline Petkovic; tempos depois o desenho passou a ser exibido no Sábado Animado. Em 2010, o clássico voltou para as manhãs da emissora.

abertura

os gatoes
The Dukes é uma série de animação de 30 minutos de sábado pela manhã baseada na série de televisão em ação ao vivo The Dukes of Hazzard, que foi transmitida pela CBS de 5 de fevereiro a 29 de outubro de 1983. A série foi produzida por Hanna-Barbera Productions em associação com Warner Bros Televisão , produtor da série original.

O show apresenta os garotos Duke e sua prima Daisy em uma corrida automobilística em todo o mundo contra Boss Hogg , o xerife Rosco P. Coltrane e o cachorro de Rosco Flash em duelo pelo dinheiro do prêmio que os duques esperam usar para manter a fazenda familiar Sendo excluído por Boss Hogg. Na verdade, Boss Hogg quer o dinheiro e a terra para si mesmo, então ele, ao lado de Rosco e Flash, planeja vários esquemas para evitar que os Duques ganhem. A maioria das aventuras é lida de um cartão postal do tio Jesse Duke ao seu raccoon de estimação, Smokey.

A primeira temporada ocorreu durante o período de substituição do show de ação ao vivo dos atores originais com personagens semelhantes, Coy e Vance Duke, depois que os atores que jogavam Bo e Luke se afastaram de uma disputa sobre royalties. Assim, a primeira temporada desta série animada apresentou Coy e Vance. Bo e Luke eventualmente substituíram Coy e Vance na Temporada 2, Episódio 1 (14): " Boss O'Hogg e Little People " depois que Tom e John retornaram simultaneamente às séries ao vivo após o fim da disputa. Este episódio também apresentou uma nova introdução e voz que refletiu a mudança de personagens.

A série não seguiu nenhum caminho geográfico lógico particular; Por exemplo, episódios consecutivos apresentam aparências em Veneza , Marrocos , Londres , Grécia , Índia, Uzbequistão , Hong Kong e Escócia . Além disso, outra inconsistência era que uma das premissas originais de The Dukes of Hazzard era que Bo e Luke estavam em liberdade condicional, o que aparentemente impediria (mas não Coy ou Vance) de deixar o estado da Geórgia e muito menos os próprios Estados Unidos . Na série de ação ao vivo, os meninos foram impedidos de deixar Hazzard County e Boss renunciou à sua liberdade condicional apenas duas vezes. Uma vez que os Meninos se juntem ao circuito NASCAR e uma vez para entrarem no Tennessee no episódio "Daisy's Shotgun Wedding".


A seguir duas versões da abertura

 Segunda Versao


Arquivo Cãofidencial
Arquivo cãofidencial (Buford Files, no original, em inglês) é um desenho com produção Hanna-Barbera. Estreou em 1978 e passava em conjunto com Fantasmino, o fantasma galopante.

História
Kojeka (Buford) é cão sabujo muito esperto mas dorminhoco, que vive em um pântano. Ele se junta a dois adolescentes, Rosinha (Cindy Mae) e o irmão mais velho Zé Quati (Woody), e tentam resolver mistérios que intrigam o Xerife Pé de Mula (Muletrain Pettigrew) e seu superansioso, mas atrapalhado ajudante Janjão (Goofer McGee). As habilidades de Kojeka são expandidas com as orelhas que giram como um radar, e o focinho responde as pistas como um contador Geiger; ele também fica maluco quando a lua aparece.

O nome Kojeka é uma sátira ao seriado policial Kojak, com Telly Savalas, muito famoso na época de lançamento do desenho. No entanto, tanto o título original em inglês quanto o brasileiro parodiam outra série sobre detetives: The Rockford Files, chamado no Brasil de Arquivo Confidencial.


abertura

Wheelie and the Chopper Bunch

Carangos e Motocas (no original em inglês Wheelie and the Chopper Bunch) é um desenho animado de 30 minutos que estreou em 1974 nos Estados Unidos produzido pelos estúdios Hanna-Barbera.

História
O desenho foca Wheelie, um Fusca vermelho, e sua namorada Rota. Wheelie trabalha como profissional - e bem conceituado - no ramo de carros de corrida. Wheelie não fala, como outros personagens do desenho, mas se expressa através da sua buzina e de sinais que aparecem no pára-brisas, como por exemplo um coração quando está apaixonado ou uma lâmpada quando tem uma idéia.

A grande pedra no sapato de Wheelie são quatro motocicletas:

Avesso (um triciclo que sempre confunde as palavras),
Chapa (líder da gangue),
Risada (o maior de todos mas com o menor cérebro),
Confuso (uma motoneta, que se parecia como um bom menino andando com más companhias).
Confuso tem o bordão mais famoso do desenho: "Eu te disse, eu não te disse? te disse!", dito sempre que a gangue se mete em alguma confusão, o que sempre acontece no final dos episódios.

Além destes personagens, existem vários outros (carros, motos, caminhões...), que participam esporadicamente dos episódios.
Um fato fica no ar, será que o Filme carros, teve alguma influencia desse desenho?


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Yogi's Space Race

Após o sucesso gigante do filme Guerra nas Estrelas de George Lucas em 1977, a Hanna-Barbera produziu um desenho que explorava o sucesso do momento, assim, usando elementos que fizeram sucesso na obra de George Lucas, adicionados a ideia de outro grande sucesso do estúdio: Corrida Maluca, nascia Yogi's Space Race (no Brasil, A Corrida Espacial do Zé Colmeia).

A série misturava alguns personagens clássicos da Hanna-Barbera como: Zé Colmeia, Tutubarão, Dom Pixote e Fantasmino; com novos nomes como: Capitão Guapo, Pato Quack e o famigerado Falsão, competindo em uma espécie de enduro "duríssimo" espacial, cujos prêmios eram aparentemente fantásticos, mas sempre se revelavam uma "grande furada" no final. Na abertura típica de cada episódio havia uma locução de um narrador em grande estilo, mostrando o trajeto e os perigos que os competidores enfrentariam.

Zé Colmeia corria ao lado de seu parceiro Arrepio, substituto de Catatau neste desenho; Dom Pixote ficava junto com o Pato Quack; a nave Garimpo era comandada pelo caipira Fantasmino e suas assessoras Rita e Suzana; o astro Tutubarão colaborava com Kojeka; e o vilão Poderoso Falsão e o cachorro sarnento Trambique tentavam jogar sujo para ganhar a corrida, mas nada sai como planejado, para isso se disfarçavam do galã Capitão Guapo e do gato angorá esnobe Branquinho.
Com o nome de Yogi's Space Race, A corrida espacial do Zé Colmeia formava um bloco de desenhos de 90 minutos, exibidos aos sábados de manhã pelo canal dos EUA NBC. Os outros segmentos eram compostos dos seguintes desenhos animados:

Galaxy Goof-Ups (br: Os Trapalhões Espaciais): Zé Colmeia, Arrepio, Dom Pixote e Pato Quack são quatro policiais intergaláticos, liderados pelo Capitão Carabom.
The Buford Files (br: Arquivo Cãofidencial): Kojeka, um preguiçoso cão que soluciona casos misteriosos com a ajuda de dois adolescentes, Rosinha e Zé Quati.
The Galloping Ghost (br: Fantasmino, o Fantasma Galopante): Fantasmino é o fantasma da mina e guardião de Suzana e Rita.

Personagens
Zé Colmeia e Arrepio(Yogi Bear e Scare Bear)
Dom Pixote e Pato Quack (Huckleberry Hound e Quack-Up)
Tutubarão e Kojeca (Jabberjaw e Bulford)
Fantasmino, Suzana e Rita (Nugget Nose, Wendy e Rita)
Capitão Guapo/Poderoso Falsão e Branquinho/Trambique (Captain Good/Phantom Phink e Clean Kat/Sinister Sludge)
Narrador

El Fabuloso(computador)



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Galaxy Goof-Ups
Galaxy Goof-Ups (br: Os Trapalhões Espaciais) é uma continuação da Corrida Espacial do Zé Colméia, mais uma vez o estúdio Hanna-Barbera Productions resolveu aproveitar a época e lançar uma série de acordo com o momento, a era Disco. Estreou em 4 de novembro 1978, tendo sua última transmissão em 1 de setembro de 1979, a série teve um total de 13 episódios, de aproximadamente 30 minutos cada.
Enredo
Zé Colméia, outra vez deixou um pouco seu companheiro urso e estrelou o desenho Os Trapalhões Espaciais, onde ele, o pato Quack, o urso Arrepio e Dom Pixote são patrulheiros espaciais comandados pelo Capitão Cara-Bom, na tarefa de manter a ordem e a paz na galáxia. Os nossos heróis sempre que podiam, mas principalmente quando não podiam, simplesmente paravam a ação durante o episódio e iam dançar numa discoteca extremamente psicodélica, onde por exemplo o baterista toca seu instrumento com raios de luz.

Personagens
Zé Colméia (Yogi Bear)
Arrepio (Scare Bear)
Dom Pixote (Huckleberry Hound)
Pato Quack (Quack-Up)
Capitão Snerdley (comandava os patruleiros que por sua vez recebia as ordens do General Blowhard)
General Blowhard



capitão guapo



O Poderoso Falsão e Trambique eram dois trapaceiros que tentava ganhar a corrida sempre por meio de golpes sujos. Durante a corrida eles se disfarçavam de Capitão Guapo e Branquinho, um gato angorá todo esnobe. A princípio pareciam uma dupla de “heróis” que ajudavam os competidores nos momentos difíceis, mas na verdade só atrapalhava. Agindo incorretamente, eles indicavam falsos atalhos ou realizavam acordos escusos com outros seres maus para que devorassem os heróis. Na época, o sorriso de “garoto-propaganda” de pasta de dentes do Capitão Guapo e o jargão “Cala a boca, Trambique!” do Poderoso Falsão se tornaram famosos.






Hong Kong Phooey
Hong Kong Phooey (no Brasil, Hong Kong Fu e em Portugal, Hong Kong Phooey) é uma série de desenho animado que foi produzida pela Hanna-Barbera entre 1974 e 1976.
História

"Quem é o super-herói? O Sargento?... Não. Rosemary a telefonista?... Não. Penry o humilde faxineiro?... Pode ser..." e assim, tinha início mais um episódio de Hong Kong Fu. O desenho retrata um jovem faxineiro que trabalha na delegacia de polícia, Penry, que sempre ao ouvir os relatos de Rosemary ao Sargento Flint sobre os vários pedidos de socorro na cidade, discretamente, sai de vista e se transforma no "super-magnífico lutador contra o crime", Hong Kong Fu, um lutador (um especialista) de artes marciais, usando um quimono vermelho e uma máscara sobre os olhos para manter sua identidade secreta, sai a procura dos bandidos e "super-vilões" da cidade, derrotando-os das mais variadas formas possíveis (ou nas mais variadas trapalhadas possíveis). Hong Kong Fu também é uma óbvia sátira aos seriados de Kung Fu que marcaram a época.[2]

Incrivelmente, a série só teve 16 episódios, mas mesmo assim, é um campeão de reprises no Brasil, sendo reprisado durante toda a década de 70 e 80, o que leva muitos a acreditarem que tem muito mais episódios


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O Vale dos Dinossauros

O Vale dos Dinossauros ("em inglês" Valley of Dinosaurs) é um desenho Hanna-Barbera. Estreou em 1974 e teve 16 episódios.

História
Conta a história da família Butler, uma família de exploradores. Fazendo uma pesquisa na região Amazônica, são dragados por um redemoinho e entram em uma caverna subterrânea. Ao sair de lá, se deparam com um mundo povoado de seres pré-históricos, como se o tempo não tivesse chegado naquela região. O desenho foi inspirado na série de televisão "O Elo Perdido".

São salvos por alguns nativos amistosos e a cada dia que passam na região, precisam se adaptar a esta nova realidade e aprender a fugir dos perigos.

No último episódio, entende-se que eles fogem do vale com um planador, porém isto não é mostrado no desenho.

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The Roman Holidays
Os Mussarelas (BR)
The Roman Holidays (br: Os Mussarelas) é um desenho animado de 1972, que foi produzido pela Hanna-Barbera Productions. O desenho contava as aventuras e desventuras vividas por Zecas Mussarela (Gus Holiday) e sua família, que viviam na Roma Antiga. O desenho procurava seguir a linha dos populares Os Flintstones e Os Jetsons, mas não alcançou o mesmo sucesso dos que o inspiraram. Devido à baixa receptividade do público, teve apenas uma temporada de 13 episódios de exibição e não foi mais produzido, porém no Brasil, onde foi exibido às quartas-feiras dentro do Globo Cor Especial, teve boa repercussão e foi líder de audiência no horário (meio-dia).

Lançado os quadrinhos na revista Heróis da TV da Editora Abril, com o nome de "Folias Romanas", a tradução ao pé da letra do nome original.

Personagens
Os personagens do núcleo principal do desenho são:

Zecas Mussarela - Patriarca da família Mussarela, operário da construção civil
Laura Mussarela - Esposa de Zecas
Jocas Mussarela - Filho mais velho de Zecas e Laura, apaixonado por sua namorada Ruivias.
Precócia Mussarela - Caçula da família. Como o nome já diz, é uma menina inteligente e muito madura para a sua idade.
Brutus - Leão de estimação da família. Covarde e tímido.
Chatus - Senhorio do prédio onde mora a família. Rabugento e irritadiço, sempre atormenta a vida de Zecas.
Ruivias - Namorada de Jocas, às vezes um pouco geniosa, mas em geral atenciosa e gentil.
Gambazius - Patrão de Zecas, dono da empresa de construção onde o mesmo trabalha.
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Clue Club é um desenho de 30 minutos produzido pela Hanna-Barbera,estreou em 1976 e teve 16 episódios. Muito similar às histórias do Scooby-Doo, o desenho era sobre quatro jovens detetives. O Clue Club - Larry, Dedé Didi e Dorinha - que resolviam mistérios com a ajuda de dois cachorros falantes, Bob e Sharlocão. Dorinha, a mais nova geralmente ficava em casa e ajudava a resolver os casos com informações do seu minicomputador e seus testes policiais.

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Butch Cassidy (série animada)
Butch Cassidy (Butch Cassidy and the Sundance Kids , no original (em inglês) foi um desenho produzido pela Hanna-Barbera em 1973.
História
Similar a Scooby-Doo e Josie e as gatinhas, The Impossibles e James Bond o desenho é a respeito das aventuras de um grupo de rock´n roll adolescente, liderados pelo galã Cassidy. Não são só uma banda mas também um grupo de lutadores contra o crime, resolvendo mistérios e prendendo criminosos.

Os garotos são auxiliados por um supercomputador, o Senhor Sócrates, que, estranhamente, tem alergia severa às pulgas do cachorro Elvis, espirrando toda vez que entra em contato com o cachorro.

Cassidy, chamado de Sundance 1, usa um anel especial com um comunicador escondido a fim de manter contato com o Senhor Sócrates. Quando estão tocando, Butch é guitarrista, Merilee toca o tamborim, Stephanie contrabaixo e Wally é o baterista.

O título do desenho foi uma sátira ao filme Butch Cassidy and the Sundance Kid, de 1969, que retrata a vida de dois bandidos no Velho Oeste, interpretados por Paul Newman e Robert Redford.

Micky Dolenz, ex-baterista e vocalista do grupo The Monkees, dublava a voz original de Wally, o baterista da banda.

Personagens
Butch Cassidy
Merilee
Stephanie
Wally
Elvis - cachorro do Wally
Senhor Sócrates - Mr. Socrates (em inglês)


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The Tom and Jerry Show (1975)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
The Tom and Jerry Show
O Novo Show de Tom e Jerry (PT)
O Novo Festival Tom e Jerry (BR)

Informação geral
Formato Série de desenho animado
Gênero Comédia
Animação
Duração 22-24 minutos
7 minutos por curta
País de origem Estados Unidos Estados Unidos
Idioma original Inglês
Produção
Produtor(es) Iwao Takamoto (criativo)
Produtor(es) executivo(s) Joseph Barbera
William Hanna
Distribuída por Taft Broadcasting (original)
Worldvision Enterprises (anterior)
Great American Broadcasting (anterior)
Turner Entertainment (detentor dos direitos atuais)
Warner Bros. Television Distribution (atual)
Empresa(s) de produção Hanna-Barbera
MGM Television
Exibição
Emissora de televisão original Estados Unidos ABC
Brasil Boomerang Brasil
Portugal RTP
Transmissão original 6 de setembro de 1975 – 13 de dezembro de 1975
N.º de temporadas 1
N.º de episódios 16 (48 segmentos)
Cronologia

Tom and Jerry
The Tom and Jerry Comedy Show

Disambig grey.svg Nota: Para a série de 2014 de mesmo nome, veja The Tom and Jerry Show (2014).
The Tom and Jerry Show, também conhecido como The New Tom and Jerry Show (no Brasil: O Novo Festival Tom e Jerry), é uma série de televisão animada produzida para as manhãs de sábado pela Hanna-Barbera Productions em associação com a Metro-Goldwyn-Mayer Television em 1975 para o canal ABC com base nos curtas cinematrográficos. Esta série marcou a primeira vez que Tom e Jerry apareceram em desenhos animados produzidos exclusivamente para a televisão.
Ao contrário das demais séries nesta versão Tom e Jerry são amigos e frequentemente estão envolvidos em aventuras juntos semelhante a outros desenhos da época como Zé Colmeia ou Scooby-Doo. Ela já foi transmitida no Brasil pelo programa do Bozo nos anos 80, porém a série nunca voltou a ser reprisada pelo canal depois dos anos 90 e em Portugal foi emitida na RTP.

Essa seria teve varias formatações ao longo de todos esses anos, embora seja de outro estúdio,  Tom e Jerry, nasceram das mãos dos mestes Hanna e BArbera tambem!
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Como essa dupla tem décadas de sucessos, claro que o Baú dos Anos 60,70,80 e 90, iria homenagear, sendo assim segue praticamente todas as aberturas onde em muitas, vocês poderão ver os nomes de Hanna e BArbera, nesa obra classica do desenho animado.



(colaboração: Renato Alves)
o Xodó da Vovó - Precious Pupp foi uma série de desenho animado produzida pela Hanna-Barbera em 1965 que apresentava as aventuras de um cão chamado Precioso que vivia protegendo sua dona, a Vovó Dulcina





The Karate Kid (série de TV)
O Karate Kid é uma série animada de 1989 que estreou na programação da manhã de NBC . Estreou Joey Dedio , Robert Ito e Janice Kawaye . Baseia-se na série de filmes de Karate Kid e foi produzido pela DIC Entertainment , Saban Entertainment e Columbia Pictures Television .
O show foi originalmente planejado para a sindicação diária para o outono de 1988 com 65 episódios, antes de se instalar em uma ordem de 13 episódios para as manhãs de sábado da NBC em 1989
O programa mantém o aprendiz Daniel LaRusso (voz de Joey Dedio ) e seu mentor Keisuke Miyagi (expressado por Robert Ito ), mas abandonou o motivo do torneio de karaté para um cenário de aventura / missão. Um santuário em miniatura com poderes mágicos foi retirado do seu lugar de descanso em Okinawa , e foi feito para Miyagi e Daniel para recuperá-lo. Juntamente com a menina de Okinawa, Taki Tamurai (voz de Janice Kawaye ), os karatekas procuraram o globo e, naturalmente, encontraram várias oportunidades para cortar e abrir caminho para sair do problema.
Os episódios geralmente seguiram uma fórmula similar: o Sr. Miyagi obteria uma vantagem na localização do santuário em algum canto exótico do mundo. Daniel e Taki seguiriam isso e, no processo, encontraram alguns vilões que obtiveram ou estavam procurando obter o santuário para seus próprios propósitos malignos. Depois de se envolver, e, obviamente, derrotando os vilões, Daniel viria dentro da largura de um cabelo de recuperar o santuário, apenas para que ele escapasse de seu alcance por chance aleatória (por exemplo, se afastando depois de ser amarrado a um monte de balões, ou Sendo varrido para o oceano), garantindo assim que a pesquisa continuaria no próximo episódio.

A partir de maio de 2009, o show pode ser comprado no iTunes e pode ser transmitido gratuitamente nos EUA no Netflix , Internet Movie Database , Hulu e Minisodes estão disponíveis no Crackle .


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As Aventuras de Jackie Chan
As Aventuras de Jackie Chan (Jackie Chan Adventures no original) é uma série de desenho animado estadunidense, que foi exibida originalmente pela Kids' WB entre 9 de setembro de 2000 e 7 de julho de 2005, totalizando 95 episódios em 5 temporadas, ainda nos Estados Unidos a série foi exibida pelo Cartoon Network e Disney XD.

Em Portugal a série foi emitida na TVI e agora está na SIC K.

No Brasil foi exibida pela Rede Globo e pelo Cartoon Network.

A série descreve uma forma fictícia dos filmes de Jackie Chan. Muitos episódios contêm referências aos trabalhos atuais de Chan. A série é composta por muita luta, inspirada no próprio Jackie Chan e também ficção, já que o personagem "Tio" utiliza magia em muitos casos.

O character design da série ficou a cargo de Jeff Matsuda.

1° Temporada

O arqueólogo Jackie Chan em uma de suas pesquisas encontra um escudo com um talismã e sua vida muda completamente. Após reencontrar seu amigo Capitão Augustus Black, ele tem de deter a Mão Negra (organização secreta do mal), encontrar e proteger 12 talismãs para não reviver Shendu, e conta com a ajuda de sua sobrinha Jade, Tio, Capitão Black e a Sessão 13 para deter as forças das trevas.

2° Temporada

Depois da suposta destruição de Shendu, Jackie acha que está livre das forças do mal, mas não é bem assim, os pais de Jade decidem deixá-la na casa de Jackie por mais um ano e desta vez eles têm de pegar a Caixa Panku e impedir Shendu (que está no corpo de Valmont) de libertar os seus 7 irmãos demônios e se vingar, juntos eles ainda vão passar por muitas aventuras. No final dessa temporada existem 20 episódios extras, fora dos capítulos sequenciais da temporada regular.

3° Temporada

Agora Jackie e sua turma tem de sair a procura de 12 animais que absorveram os poderes dos talismãs e mais uma vez impedir que a Mão Negra coloque as mãos nesses poderosos animais que podem ser muito perigosos se cairem em mãos erradas, agora não de Valmont, mais sim de um mago do mal chamado Daolon Wong.

4° Temporada

Shendu foi destruído de uma vez por todas e agora um novo vilão ameaça a Terra: Tarakudo, ele quer capturar as Mascaras Oni, que representam os seus Generais Oni e lhes dão poder, mas se depender de Jackie e sua equipe, essas máscaras não vão chegar nas mãos de Tarakudo e seus capangas. Mas muitas vezes as Mascaras Oni, acabam indo parar em pessoas que não deviam e Jade, Capitão Black, Paco e muitos outros acabam tendo o poder dessas mascaras, criando diversos Shadowkans e muitas aventuras por vir.

5° Temporada

Depois da transformação de Tarakudo na máscara Oni número 10 e o fim da Mão Negra, Jackie pensa poder voltar a sua vida normal, mas os perigos vão atrás dele e Drago (o filho do Shendu), com os novos capangas dele o Trio Strikemaster Ice, estão determinados a absorver o chi dos tios demônios dele (irmãos do Shendu) para conquistar o poder que sempre sonhou.

Personagens[editar | editar código-fonte]
O Lado do Bem[editar | editar código-fonte]
Jackie Chan: na série, é um arqueólogo que vive em San Francisco com o Tio Chan. É forçado a participar de muitas aventuras, quase sempre com a ajuda do sábio Tio ou de um talentoso amigo por perto (como sua sobrinha Jade, por exemplo) para lutar contra a Mão Negra ou recuperar algum artefato mágico. Jackie é um artista marcial hábil, mas prefere não lutar contra as Forças do Mal, a menos que não tenha outra escolha, e ninguém, ninguém mesmo segue o conceito de honestidade mais ao pé da letra do que ele. Seu maior defeito, embora não admita, é ser muito orgulhoso, custando muito a aceitar a ajuda de alguém. Ele é o único ser em todo o universo que consegue misturar humildade com orgulho.
Jargões: "Mau dia, mau dia, mau dia!", "Jade, você tem dever de escola!" e "Brincar com magia é muito perigoso!"
Jade Chan: sobrinha de Jackie nascida em Hong Kong e que adapta-se rapidamente à cultura americana. Ela é aventureira e, por isso, sempre desobedece as ordens de seu tio Jackie de que ela permaneça em segurança, preferindo acompanhá-lo em suas aventuras e usar seus conhecimentos na "arte de botar para quebrar". No último episódio, Jade foi aceita como agente da seção 13. Em certos episódios onde é mostrado o futuro dos personagens, Jade aparece como uma mulher crescida. Num episódio da série de Drago, notamos que quando o Capitão Black se aposentar, Jade será a nova chefe da seção 13. Ela é a única causa de Jackie ainda estar vivo, mas infelizmente ele é orgulhoso demais para admitir.
Jargões: "Palavra de bandeirante!", "Como se eu fosse uma", " oi, jackie! " e "Jackie, alô-ô!".
Tio Chan: Dono do antiquário em que Jackie vive. Sempre cria poções mágicas para derrotar os inimigos. Seu nome real é San San Chan. Embora seja ranzinza e viva gritando, é uma ótima pessoa e costuma "ajuizar" Jackie, Tohru e malfeitores com "sardinhas" (golpes de dois dedos) em suas testas.
Jargões: o Mantra "Yu Mo Gui Gwai Fai Di Zao" (妖魔鬼怪快啲走, yāomóguǐguài kuài dì zǒu em cantonês) que significa literalmente: "Espíritos, demônios, fantasmas, monstros, saiam rapidamente."; "Ai, aaaai!", "Você quer que o tio vença as forças negras, quer? ENTÃO FAÇA COMO EU ESTOU DIZENDO!!!", "Mais uma coisa…", "Alguém precisa tomar conta da loja do Tio!" e "Magia deve combater magia!".
Tohru: grandalhão japonês de 220kg que na primeira temporada foi inimigo de Jackie Chan, fazendo parte da Mão Negra. Porém, a partir da 2ª temporada, após ser traído e abandonado por seus comparsas, percebeu que estava do lado errado da briga e passou a lutar ao lado de Jackie, tornando-se aprendiz e ajudante do tio com seus feitiços. Possuiu papel vital na quarta temporada (contra Tarakudo e as Máscaras Oni). É muito criticado por seu peso, mas foi por causa dele que ganhou o concurso de sumô.
Capitão Augustus Black: líder da seção 13 e velho amigo de Jackie. Ele comissionou Jackie e sua turma nas mais variadas missões contra a Mão Negra e outros criminosos que assolam o mundo. E, princípio não acreditava em magia e demônios, mas ao se deparar com Shendu, mudou rapidinho de ideia, tanto que quando pode costuma ler alguns dos livros de magia do Tio.
El Toro Fuerte: profissional de luta livre mexicana. Dono de uma força monstruosa, participava de lutas de ringue. Na verdade, sua força devia-se ao fato de sua máscara ter o Talismã do Touro, embora ele desconhecesse esse fato. Depois disso ajuda esporadicamente Jackie, porém parou de usar tal talismã. Hoje ele se basta de sua própria força e técnicas de arena.
Jargão: "El Toro Fuerte nunca tira sua máscara!"
Paco: pequeno fã de El Toro. Por vezes entrava em atrito com Jade ao dizer que El Toro era mais forte que Jackie. Seu sonho é se tornar um grande astro da luta livre.
Viper: antiga ladra que ajuda Jackie. Deixou de ser ladra quando acidentalmente trocou a jóia Puma Rosa pelo talismã da serpente. Gosta muito de Jackie e ele dela, mas Jackie se recusa a dar o braço a torcer.
Sra. T: mãe de Tohru, nunca soube que seu filho era um criminoso a serviço de Valmont. É muito autoritária e cheia de dar bronca, mas ama muito o filho, embora seja um pouco super protetora. Tem um estranho relacionamento amor/ódio com o Tio.
O Lado do Mal[editar | editar código-fonte]
Valmont: Milionário inglês extremamente ganancioso. Traja um luxuoso terno verde e tem cabelo comprido. É líder da Mão Negra. Na segunda temporada, a alma de Shendu encarnou nele, e só após um feitiço do tio Chan foi que o dragão saiu de seu corpo. Após perder Finn, Chou, Ratso e Hak Foo para Daolon Wong, ficou pobre, virando motorista de ônibus e morando em um muquifo. Parece que tornou-se bom ao longo da série. Fugiu diversas vezes da prisão e sua bengala é uma espada a laser (semelhante ao sabre de luz de Star Wars) comandada por um sensor preso a um dente falso em sua boca.
Ratso: Membro grandalhão da Mão Negra, judeu, adora animais, é imaturo e possui inteligência muito limitada. Última ocupação: pós-graduado em Física.
Chow: Baixinho esquentado da Mão Negra, tem trejeitos orientais e parece uma versão caricaturada de Jet Li, veste roupas escuras com óculos dourados e luta razoavelmente bem, mas ainda assim não é páreo para Jackie e sua turma. Última ocupação: animador de festas infantis (palhaço) e funcionário de loja de artigos para acampamento (3 vezes).
Finn: Irlandês que traja um terno branco. Refere-se a Valmont como "Grande V" e adora tudo que diz respeito às épocas de discotecas dos anos 70. Última ocupação: cantor de casamentos.
Hak Foo: Brutamonte altamente especializado em artes marciais, entrou na primeira temporada como substituto de Tohru na Mão Negra. Cruel e ambicioso, possui golpes personalizados com nomes de animais e anuncia em voz alta cada golpe que vai desferir. Luta tão bem como Jackie Chan. Mudou de roupa durante a série e apareceu pela primeira vez no episódio "Entre cães e porcos".
Daolon Wong: Vilão principal da 3ª temporada. Mago do chi do mal utilizador de magia negra e arqui-inimigo do tio Chan, que utiliza magia branca. Originalmente comandava três guerreiros: Kan (usava lâmina giratória), Han (nunchaku triplo) e Shui (martelo), posteriormente presos pelo Tio numa urna. Com sua magia transformou Chow, Ratso, Hak Foo e Finn em seus novos soldados do Chi Negro. Invocava-os dizendo "Kan, Wan, Shui, Zeng". Seu feitiço principal faz aparecer duas "bocas", uma em cada mão sua, para absorver magias e poderes dos inimigos para ficar mais forte.
Jargões: "omonham-omonham… (pronunciando feitiços)" e "Esse poder será somente meu!"
Tarakudo: Vilão principal da 4ª temporada. Senhor de todos os demônios Oni, procura as nove máscaras Oni, que aprisionam seus nove generais das trevas, e que conferem ao usuário o poder de invocar Shadowkhans.
Drago: Filho do Shendu, aparece na última temporada. Ele procura pelos chi dos tios dele (irmãos de Shendu). Tem como capangas o trio Strikemaster Ice, transformado em dragões demoníacos.
Macaco - Rei: O rei das peraltices. Aprisionado na forma de boneco, só poderia se libertar se alguém puxasse sua perna. É completamente louco e adora brincadeiras, especialmente aquelas bem perigosas. Deu trabalho para Jackie e cia. em dois episódios.
Vanessa Baroni: Mercenária caçadora de relíquias para vender a colecionadores. Usa um chicote ao estilo Indiana Jones. Parece uma versão feminina de Valmont.
Alexander Chang: Notório colecionador de objetos de jade. Sua mão direita é feita de jade devido a tentar quebrar pedras com a mão. Inimigo juramentado da Equipe-J. Já tentou desde criar clones místicos da equipe até criar sua própria equipe, formada por: Bob "Esmagador" Hedcock, Helga, Phillip Grant e Toli Jun.
Origami: Ladrão de objetos de arte orientais capaz de se transformar em papel. Foi preciso a ação conjunta de Jackie, Jade e Viper para detê-lo.
Chupa-Cabras: Figura lendária no México, é uma terrível besta matadora de gado. Quem for arranhado por ele vira um também, atacando à noite e tendo que se esconder de dia. Isso aconteceu com El Toro. A maldição só pode ser quebrada com uma poção de ervas da montanha.
João Pula-Pula: Um duende capaz de salto incríveis e adora falar em rimas. Deseja vingança contra a família Magnus. Só pode ser aprisionado com sal.
Strikemaster "Mano" Ice: Ex-entregador de pizza, ao ficar sabendo de um templo nas montanhas onde poderia ser treinado para ser guerreiro, partiu rapidinho para lá. Mas ao saber que queriam lhe ensinar o caminho da paz, desceu pancada e foi expulso junto com seus¨manos¨, D.J.First e M.C.Cobra. Deram Trabalho a Jackie quando Finn, Chow e Ratsu tentavam se regenerar e acabaram virando comparsas de Drago, se tornando homens-dragões.
Os Oito Demônios[editar | editar código-fonte]
São Shendu e os 7 irmãos dele. Foram há séculos banidos para o mundo dos demônios pelos Oito Imortais da China Antiga, selando-os com a magia boa contida na caixa Pan Ku, que também pode abrir tais portais e libertar seus ocupantes. A única exceção foi Shendu, que, ao invés de ser banido como seus irmãos, foi transformado em estátua pelo feiticeiro Lo Pei. Imobilizado em sua nova forma, Shendu teve seus poderes retirados, e eles deram origem aos 12 talismãs.

Shendu: o Demônio do Fogo. Extremamente poderoso e calculista, foi libertado de sua prisão de estátua ao obter os 12 talismãs, mas depois foi destruído por Jade Chan. Sua alma viveu no corpo de Valmont na 2ª temporada, mas foi banida de volta ao mundo dos demônios. Aparece esporadicamente na série após isso. Depois foi ressuscitado por Daolong Wong. Tem a aparência de um enorme dragão verde e com o peito amarelo.
Triograma: linha inteira, linha quebrada, linha inteira. ☲
Elemento imortal: espada.
Portal: Hong Kong, China.
Dai Gui: o Demônio da Terra. Embora seja pouco inteligente é fisicamente muito forte, tenaz e odeia tudo o que é belo. Produz terremotos que a escala Richter jamais poderia medir. Seu aspecto é de um minotauro vermelho com a cabeça verde semelhante a de um cachorro gigante, com um casco cor-de-mostarda envolta da cabeça e com enormes chifres verdes. Depende completamente de seu tamanho e força física e adora provocar destruição em massa. Apesar disso, seus "poderes" são limitados a movimentar-se através do solo, não tendo portanto nenhum verdadeiro poder de manipulação terrestre. Dai Gui foi o demônio da terra, que veio de uma família formada por ele e mais 7 irmãos e mais tarde por seu sobrinho Drago. Ele foi banido pro mundo dos demônios através da margarida imortal amarrada com um fio de lã. No entanto, após seu retorno ele foi incapaz de ser banido até o Tio acordar de um sono induzido por magia, revelando o ingrediente final para bani-lo. Ele foi um dos quatro finalistas para contestar a Equipe J, e lutou contra Tohru. Ele foi banido, mais seu chi surgiu dentro de uma margarida. Jackie absorveu mais tarde seu chi, para lutar contra Drago. O chi foi retirado logo após, e Tio coloca o chi dele dentro da unidade de contenção. Mais tarde, foi absorvido por um amigo de Jade: Larry. E, mais tarde absorvido por Drago. Há vestígios de que mais tarde foi colocado em Strikemaster Ice, quando Drago os mandou para destruir a sessão 13.
Triograma: três linhas quebradas. ☷
Elemento imortal: flor com fio de lã.
Portal: Pamplona, Espanha.
Xiao Fang: o Demônio do Vento. Possui um jeito entusiástico e adora liberdade. Sua respiração pode devastar o que estiver pela frente. Tem aspecto físico de um grande sapo lavanda e com cascos verdes.
Triograma: linha inteira, linha inteira, linha quebrada.
Elemento imortal: abanador ou leque. ☴
Portal: Penitenciária de Hollowlands, Colorado.
Bai Tsa: o Demônio da Água. Controla e possui todas as propriedades da água. Ela é cheia de autoconfiança mesmo assim e banida novamente por causa da magia do Tio Chan. Possui características de uma sereia azul e branca, com 9 caudas na cabeça e uma longa cauda.
Triograma: linha quebrada, linha inteira, linha inteira. ☱
Elemento imortal: cabaça.
Portal: Coliseu, Itália.
Tchang Zu: o Demônio do Trovão. Extremamente violento, autoritário e adora produzir enormes tempestades de raios. É um enorme demônio humanoide azul vestindo armadura em estilo greco-romano.
Triograma: linha quebrada, linha quebrada, linha inteira. ☳
Elemento imortal: castanholas.
Portal: Hollywood, EUA.
Po Kong: o Demônio da Montanha. Tem a forma de uma pedra verde redonda extremamente gorda supergigante com cascos amarelos no corpo e usa um penteado japonês. Ela só pensa em comida, preferencialmente humana. Entre os 8 demônios ela é a mais gigante. Em oposição a Dai Gui depende mais de seu tamanho gigantesco que de força física.
Triograma: linha inteira, linha quebrada, linha quebrada. ☶
Elemento imortal: tambor (bater três vezes).
Portal: Tóquio, Japão.
Hsi Wu: o Demônio do Céu. Na ocasião em que foi libertado perdeu sua cauda, que foi utilizada por Jackie Chan e companhia para encontrá-lo. Tomou forma de garoto humano para aproximar-se de Jade Chan e recuperar sua cauda, e foi vencido por ela (a cauda). Entre os 8 demônios ele é o menor. Parece um enorme morcego roxo e magricela.
Triograma: três linhas inteira. ☰
Elemento imortal: flauta.
Portal: Fenway Park, Boston.
Tso Lan: o Demônio da Lua. Controla poderes gravitacionais com que subjuga suas vítimas ao invés de se utilizar de força física. Possui uma personalidade imponente e é azul e lembra um mago com quatro braços, língua comprida, cabelos roxos longos e vestindo um manto vermelho.
Triograma: linha quebrada, linha inteira, linha quebrada. ☵
Elemento imortal: flor de lótus.
Portal: Espaço sideral.
Dublagem[editar | editar código-fonte]
Personagem Brasil Dublador Portugal Dobrador
Principais
Jackie Chan Wendel Bezerra Mário Bomba
Jade Jussara Marques/
Priscilla Concepcion
Tio Eleu Salvador/
Gileno Santoro Pedro Cardoso
Recorrentes
Tohru Daoiz Cabezudo/
Antônio Moreno Rui Quintas
 Brasil
Estúdio de Dublagem Álamo (1ª temporada)/
Dublavídeo (2ª temporada em diante)
Talismãs de Shendu[editar | editar código-fonte]
Na série, os talismãs são 12 ao todo, representando os signos do zodíaco chinês. Cada um têm um poder específico. Quando Shendu foi aprisionado como estátua, os talismãs foram para os 4 cantos do mundo.

Talismã do Galo - Poder da levitação. Encontrado: Num escudo que estava em um castelo abandonado, na Bavária.
Talismã do Touro - Poder da super força. Encontrado: Na máscara de El Toro Fuerte, no México.
Talismã da Serpente - Poder da invisibilidade. Encontrado: No teto de uma câmara secreta na caverna de Anaconda, perto do Rio Amazonas.
Talismã do Carneiro - Poder da projeção astral. Encontrado: Dentro de uma caixa no vagão de um trem que ia para Istambul, na Turquia.
Talismã do Coelho - Poder da super velocidade. Encontrado: Na carapaça de uma tartaruga, nas Ilhas Galápagos.
Talismã do Dragão - Poder da combustão. Encontrado: Dentro do Monte Vesúvio, na Itália.
Talismã do Rato - Poder da mobilidade a seres inanimados. Encontrado: Num abajur, em um leilão, em São Francisco.
Talismã do Cavalo - Poder da cura. Encontrado: Na Antártica, perto do Polo Norte.
Talismã do Macaco - Poder da transformação animal. Encontrado: No fundo do oceano, na Micronésia
Talismã do Cachorro - Poder da imortalidade. Encontrado: Na parede de um moinho, na Holanda.
Talismã do Porco - Poder da incandescência. Encontrado: No relógio da torre de uma fábrica de chocolate, na Bavária.
Talismã do Tigre - Poder do equilíbrio espiritual. Encontrado: Numa torta, em uma competição no Texas.
Os Animais nobres são os doze animais que receberam os poderes dos 12 talismãs, após esses serem destruídos por Jackie Chan.

Scroof (O cão imortal) - Foi o primeiro animal nobre a ser achado. Foi encontrado numa exposição de cães, mas era um vira lata que não estava competindo.
Haiko (O macaco transformo) - O macaco nobre era animal de estimação do embaixador da China que estava de férias no Havaí.
Nick (O rato animador) - Encontrado numa mina de prata, num deserto, no México.
Sasha (O tigre do equilíbrio) - Tigre nobre encontrado em um cassino-show em Las Vegas.
Sampa (A serpente invisível) - Cobra nobre encontrada ainda no ovo, em um bazar de rua em Nova Dehli, na Índia.
Baab (O carneiro espiritual) - Carneiro nobre encontrado num fazenda na Escócia, perto do Lago Ness.
Eggbert (O galo da levitação) - Galo nobre encontrado em Kuala Lampur, na Malásia.
Mordecai (O porco incandescente) - Porco nobre encontrado no interior dos EUA, no Kansas.
Lucky ou Sortudo (O coelho veloz) - Coelho nobre que era o mascote de um time de futebol americano em Douglas, Wyoming, nos EUA.
Remédio Real (O cavalo curador) - Cavalo nobre encontrado em Londres, na Inglaterra.
Yaka (O iaque superforte) - Um iaque era o touro nobre encontrado numa montanha do Himalaia.
Shendu (O dragão de fogo)

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O Jovem Sansão

O jovem Sansão ou Sansão e Golias Samson e Goliath (em inglês) é um desenho de 30 minutos produzido pela Hanna-Barbera. Estreou em 1967 e teve 20 episódios. No começo era transmitido só, e depois em conjunto com os Brasinhas do Espaço.

É a história de um jovem e seu cachorro, andando pelo país em sua lambreta. Assim que Sansão unia seus braceletes dourados, se transformava em um super-herói, com super força, agilidade e podendo até voar. Seu cachorro Golias virava um enorme leão, que soltava raios poderosos dos olhos. Ambos combatiam vários vilões nas suas andanças.

Baseado no personagem bíblico Sansão que possuía grande força graças aos cabelos. No desenho quando o personagem se transforma, fica com os cabelos mais compridos. Golias também foi baseado em outro personagem bíblico, o gigante também chamado Golias, que foi vencido por Davi.


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