quinta-feira, 20 de julho de 2017

Corrida Espacial

No dia 20 de julho de 1969, pessoas em todo o mundo se reuniram em frente à televisão para assistir à chegada dos primeiros homens à Lua. Os astronautas americanos Neil Armstrong e Edwin Aldrin caminharam e fincaram a bandeira dos Estados Unidos no satélite terrestre quatro dias depois do lançamento da nave espacial Apollo 11, em que estavam embarcados. A conquista foi resultado de um investimento maciço em tecnologia espacial durante a Guerra Fria.
A partir do fim da Segunda Guerra Mundial (1945), o mundo passou por disputas e conflitos indiretos entre os Estados Unidos e a União Soviética. Este período ficou conhecido como Guerra Fria, já que as duas superpotências não guerrearam diretamente, mas disputaram influência política, militar, tecnológica e ideológica nos outros países do globo.




sábado, 15 de julho de 2017

Alguns Modelos da Kia Motors que passaram pelo Brasil

Listamos alguns modelos que marcaram a passagem da marca coreana pelo país de 1992 até hoje

1) Besta

Primeiro veículo oferecido pela Kia no Brasil, desde 92, a família Besta (formada por van e furgão) virou referência em transporte de cargas e passageiros nos anos 90. Curiosamente, seu nome original, "Best A" (de "O melhor da categoria A") acabou "abrasileirado". Chegou a ser montada localmente em Manaus (AM) por dois anos entre 94 e 95, e teve as vendas encerradas em 2005.


2) Picanto

O pequenino Picanto marcou a entrada da Kia no segmento de hatches pequenos. Também marcou o mercado nacional ao ser o primeiro modelo equipado com motor 1.0 3-cilindros, tendência hoje espalhada entre os rivais. Sofreu um duro golpe com as cotas do Inovar-Auto, e hoje é raro encontrar uma unidade nova nas ruas. Mudará de geração no fim do ano.



2) Ceres/Bongo

Trazido na primeira leva de veículos da Kia, em 92, o caminhãozinho Ceres é atualmente o único Kia vendido de maneira ininterrupta por aqui desde o início das operações. Só que hoje, totalmente repaginado, o modelo é chamado de Bongo e produzido em CKD no Uruguai.


sexta-feira, 14 de julho de 2017

Ford celebra os 35 anos do Escort XR3,

Ford celebra os 35 anos do Escort XR3, sonho de consumo nos anos 80 e 90

A Ford está celebrando os 35 anos do lançamento do Escort XR3 na Europa. A versão esportiva do compacto, que foi um dos maiores sucessos da marca, chegou ao Brasil um ano depois, em 1983 (com a mesma aparência do modelo europeu, mas sem injeção eletrônica), e logo se tornou o sonho de consumo de uma geração.

Batizado com a sigla de “Experimental Research 3”, o XR3 era equipado com motor 1.6 a álcool, que rendia 82,9 cv de potência. O visual marcante trazia defletor dianteiro, aerofólio traseiro, teto solar de vidro com persiana interna, faróis de longo alcance com lavadores e de neblina. O interior tinha bancos esportivos e painel bem equipado. Seu visual arrojado também garantia o melhor coeficiente aerodinâmico do mercado na época (Cx 0,385).

Em 1985, o hatch ganhou a versão conversível, um ícone da linha, com sistema de acionamento manual que facilitava a movimentação da capota e vidro vigia traseiro com desembaçador elétrico.


No modelo 1987, o XR3 foi reestilizado com linhas arredondadas e para-choques envolventes de plástico que melhoraram a aerodinâmica, além de novas rodas de alumínio, aerofólio, painel com iluminação indireta e volante com revestimento imitando couro perfurado.

Em 1989, o Escort XR3 ganhou o motor AP 1.8 de 99 cv da Volkswagen. Na linha 1990, além de aerofólio redesenhado e para-choques e saias na cor da carroceria, o conversível introduziu a capota com acionamento eletro-hidráulico. Em 1991, a série limitada XR3 Fórmula trouxe amortecedores ajustáveis com controle eletrônico, variando a carga conforme a velocidade. No fim da série, esses amortecedores passaram a ser oferecidos como opcionais no XR3 1992.

Segunda geração
A segunda geração do Escort nacional foi apresentada em 1992, com distância entre-eixos aumentada de 2,40 m para 2,52 m, que melhorou o espaço interno, e carroceria mais aerodinâmica (Cx 0,35). O XR3 ganhou motor AP 2.0 de 115,5 cv, com injeção multiponto LE-Jetronic – mais tarde trocada pela EEC-IV –, freios a disco nas quatro rodas e suspensão mais firme, além de faróis de duplo refletor e faróis de neblina no para-choque. Outra novidade da linha foi o lançamento da versão de entrada Escort Hobby, com a carroceria antiga e motor 1.6.

Em 1996, a produção do Escort saiu de São Bernardo do Campo (SP), abrindo espaço para o Fiesta brasileiro, e foi concentrada em Pacheco, na Argentina. A versão esportiva deixou o nome XR3 e passou a se chamar “Racer”. Em 1997, a família teve Escort RS, hatch com carroceria de três portas, visual esportivo e motor Zetec 1.8.

O Escort despediu-se do mercado em 2003, deixando um legado de muitos fãs e inovações durante os seus 20 anos de produção.






Primeiro modelo do Toyota Corola

#RaridaddesdoBaú   #Automóveis  #Cars
Parece o Corcel? Pois é mas não é, esse é o primeiro Toyota Corola, de 1968














sábado, 1 de julho de 2017

O Mundo dos Desenhos Animados - Parte 5 - Cartoons

Ah, quem aqui que quando criança, adolescente e ate homem mesmo, já adulto, que não ficou entretido na frente da TV, assistindo a desenhos animados?




Vamos recordar se acaso não puder ser todos, mas de uma boa quantidade desses clássicos que fizeram parte de nossas vidas?

Fantasmino, o Fantasma Galopante

Fantasmino, o fantasma galopante (The Galoping ghost, no original, em inglês) é um desenho com produção Hanna-Barbera. Estreou em 1979 e passava em conjunto com Arquivo Cãofidencial.

Fantasmino (Nugget Nose) é um fantasma, guardião de uma mina, que encontra aventura ao cavalgar seu cavalo invisível e também é guardião de Rita e Suzana (Wendy), duas vaqueiras que trabalham em um rancho, cujo proprietário é o Sr. Fofo (Fenwick Fuddy). Fantasmino sempre está brigando com o Sr. Fofo e se delicia em irritá-lo, deixando-o de mau humor. Quando as garotas estão com problemas, elas sempre podem contar com Fantasmino.

abertura


Gasparzinho, o fantasma espacial, como ficou conhecido no brasil teve um total de 26 episódios de 15 minutos cada, 13 episódios de 30 minutos e dois especiais para televisão em 1979.
Contava uma história onde o fantasminha camarada patrulhava as galáxias juntamente com os jovens Lerdo, Fundo, as garotas Max, Mini e um outro fantasma chamado Assombroso que assustava os vilões e encrenqueiros.


abertura

Jabberjaw

Jabberjaw (no Brasil: Tutubarão) é um desenho produzido pela Hanna-Barbera. O enredo mais uma vez seguia o estilo grupo de adolescentes com animal de estimação.

História
As aventuras se passavam no futuro (talvez contemporaneamente a The Jetsons) e as cidades eram no fundo do mar. O grupo era composto por Bife, o líder; Leila, uma garota esnobe; Bolha, uma loira burra; e Linguiça, o melhor amigo de Tutubarão, que era um tubarão branco bem atrapalhado. Eles formavam a banda subaquática Os Netunos. Durante as viagens em turnê, sempre acabavam cruzando com criminosos e vilões. Como para salvar o mundo só música não basta, Tutubarão e seus amigos partiam para a ação.

O desenho foi criado aproveitando o sucesso do filme Tubarão (Jaws), de Steven Spielberg, mas teve apenas uma temporada, com 16 episódios.

Tutubarão é ainda muito lembrado hoje pela sua frase: "não tem nenhum respeito!" (versão da dublagem brasileira para a frase original em inglês "No respect!", copiada do comediante americano Rodney Dangerfield [1]).

Houve muitos boatos sobre processos e que o desenho seria uma imitação de Scooby-Doo, mas o desenho não saiu do ar. Diferentemente do Scooby-Doo, Tutubarão era muito corajoso e destemido, apenas a Leila o assustava.

Brasil
No Brasil o desenho voltou ao ar em novembro de 2002, no SBT, no Bom Dia e Cia, de Jackeline Petkovic; tempos depois o desenho passou a ser exibido no Sábado Animado. Em 2010, o clássico voltou para as manhãs da emissora.

abertura

os gatoes
The Dukes é uma série de animação de 30 minutos de sábado pela manhã baseada na série de televisão em ação ao vivo The Dukes of Hazzard, que foi transmitida pela CBS de 5 de fevereiro a 29 de outubro de 1983. A série foi produzida por Hanna-Barbera Productions em associação com Warner Bros Televisão , produtor da série original.

O show apresenta os garotos Duke e sua prima Daisy em uma corrida automobilística em todo o mundo contra Boss Hogg , o xerife Rosco P. Coltrane e o cachorro de Rosco Flash em duelo pelo dinheiro do prêmio que os duques esperam usar para manter a fazenda familiar Sendo excluído por Boss Hogg. Na verdade, Boss Hogg quer o dinheiro e a terra para si mesmo, então ele, ao lado de Rosco e Flash, planeja vários esquemas para evitar que os Duques ganhem. A maioria das aventuras é lida de um cartão postal do tio Jesse Duke ao seu raccoon de estimação, Smokey.

A primeira temporada ocorreu durante o período de substituição do show de ação ao vivo dos atores originais com personagens semelhantes, Coy e Vance Duke, depois que os atores que jogavam Bo e Luke se afastaram de uma disputa sobre royalties. Assim, a primeira temporada desta série animada apresentou Coy e Vance. Bo e Luke eventualmente substituíram Coy e Vance na Temporada 2, Episódio 1 (14): " Boss O'Hogg e Little People " depois que Tom e John retornaram simultaneamente às séries ao vivo após o fim da disputa. Este episódio também apresentou uma nova introdução e voz que refletiu a mudança de personagens.

A série não seguiu nenhum caminho geográfico lógico particular; Por exemplo, episódios consecutivos apresentam aparências em Veneza , Marrocos , Londres , Grécia , Índia, Uzbequistão , Hong Kong e Escócia . Além disso, outra inconsistência era que uma das premissas originais de The Dukes of Hazzard era que Bo e Luke estavam em liberdade condicional, o que aparentemente impediria (mas não Coy ou Vance) de deixar o estado da Geórgia e muito menos os próprios Estados Unidos . Na série de ação ao vivo, os meninos foram impedidos de deixar Hazzard County e Boss renunciou à sua liberdade condicional apenas duas vezes. Uma vez que os Meninos se juntem ao circuito NASCAR e uma vez para entrarem no Tennessee no episódio "Daisy's Shotgun Wedding".


A seguir duas versões da abertura

 Segunda Versao


Arquivo Cãofidencial
Arquivo cãofidencial (Buford Files, no original, em inglês) é um desenho com produção Hanna-Barbera. Estreou em 1978 e passava em conjunto com Fantasmino, o fantasma galopante.

História
Kojeka (Buford) é cão sabujo muito esperto mas dorminhoco, que vive em um pântano. Ele se junta a dois adolescentes, Rosinha (Cindy Mae) e o irmão mais velho Zé Quati (Woody), e tentam resolver mistérios que intrigam o Xerife Pé de Mula (Muletrain Pettigrew) e seu superansioso, mas atrapalhado ajudante Janjão (Goofer McGee). As habilidades de Kojeka são expandidas com as orelhas que giram como um radar, e o focinho responde as pistas como um contador Geiger; ele também fica maluco quando a lua aparece.

O nome Kojeka é uma sátira ao seriado policial Kojak, com Telly Savalas, muito famoso na época de lançamento do desenho. No entanto, tanto o título original em inglês quanto o brasileiro parodiam outra série sobre detetives: The Rockford Files, chamado no Brasil de Arquivo Confidencial.


abertura

Wheelie and the Chopper Bunch

Carangos e Motocas (no original em inglês Wheelie and the Chopper Bunch) é um desenho animado de 30 minutos que estreou em 1974 nos Estados Unidos produzido pelos estúdios Hanna-Barbera.

História
O desenho foca Wheelie, um Fusca vermelho, e sua namorada Rota. Wheelie trabalha como profissional - e bem conceituado - no ramo de carros de corrida. Wheelie não fala, como outros personagens do desenho, mas se expressa através da sua buzina e de sinais que aparecem no pára-brisas, como por exemplo um coração quando está apaixonado ou uma lâmpada quando tem uma idéia.

A grande pedra no sapato de Wheelie são quatro motocicletas:

Avesso (um triciclo que sempre confunde as palavras),
Chapa (líder da gangue),
Risada (o maior de todos mas com o menor cérebro),
Confuso (uma motoneta, que se parecia como um bom menino andando com más companhias).
Confuso tem o bordão mais famoso do desenho: "Eu te disse, eu não te disse? te disse!", dito sempre que a gangue se mete em alguma confusão, o que sempre acontece no final dos episódios.

Além destes personagens, existem vários outros (carros, motos, caminhões...), que participam esporadicamente dos episódios.
Um fato fica no ar, será que o Filme carros, teve alguma influencia desse desenho?


abertura

domingo, 25 de junho de 2017

Por onde Andam?

Vamos recordar artistas,  sejam atores, atrizes, cantores, enfim, pessoas que brilharam nas telas da TV Brasileira  e até cinema e rádio, e hoje estão "sumidos", esquecidos" do publico em geral?

Pedrinho Aguinaga foi eleito "o homem mais bonito do Brasil" em 1970, numa época em que a beleza masculina ainda era naturalista. Para participar do concurso, promovido pelo programa de auditório de Flávio Cavalcanti (1923-1986), Aguinaga não tomou "bomba" para ficar forte nem depilou o peito. Nunca se submeteu a sessões de bronzeamento artificial, procedimentos estéticos para retoques no rosto ou implante de cabelos. Ele era, para usar um termo eternizado por Caetano Veloso, "beleza pura".




A diferença em relação aos galãs produzidos em série de hoje é que Pedrinho, agora com 58, pôde otimizar o título por um tempo muito maior. Ainda hoje ele é lembrado pelo slogan "o fino que satisfaz", trocadilho de gosto duvidoso que aludia à sua magreza e ao cigarro Chanceller, do qual foi garoto propaganda em 1976.
Hoje, Aguinaga vive sozinho em um apartamento de classe média que herdou, em Copacabana. A mãe mora no mesmo prédio. Ele não tem carro e se veste com um guarda-roupa bastante reduzido; sua renda vem basicamente do que sobrou da herança do pai.

Mas não existe fracasso, nem arrependimento ou sensação de desperdício. "Se eu não fosse tão bonito? Não teria esse trânsito social, viveria de outro jeito. Mas estava escrito."

Assim, confortavelmente instalado no papel de "o homem mais bonito do Brasil", Pedrinho Aguinaga só precisou cobrar da vida o que lhe era de direito.


Etty Fraser
Etty Fraser Martins de Sousa (Rio de Janeiro, 8 de maio de 1931) é uma atriz brasileira.

Atriz eminentemente de teatro, na década de 80 apresentou na TV Record um programa culinário de muito sucesso chamado À Moda da Casa.

Foi jurada do Show de Calouros no período em que o Programa Silvio Santos era exibido pela Rede Tupi, de 1976 a 1980.


Eduardo Tornaghi, estrelou várias novelas, derreteu corações, ganhou status de galã e muito dinheiro. Mas cansou. Percebeu que vivia em uma "gaiola de ouro", que dinheiro era "veneno", e resolveu conhecer o Brasil real e o "mundo subterrâneo da cultura". Hoje, aos 64 anos, ele sobrevive do que ganha nas ruas do Rio de Janeiro, recitando poesias e vendendo livros, e das aulas de interpretação que dá ao ar livre, em um quiosque de praia. Há dez anos, tentou voltar à TV, mas não funcionou. "Sinto que meu tempo na TV passou", reconhece.


terça-feira, 20 de junho de 2017

#Skylab

Skylab (Sky Laboratory, literalmente "Laboratório do céu") designa a primeira estação espacial norte-americana, que foi lançada ao espaço em 14 de maio de 1973, a uma altitude de 435 km, e reentrou na atmosfera, destruindo-se prematuramente, em 1979. O nome também designa a missão Skylab I, que colocou a estação em órbita, e as três missões tripuladas, Skylab II, III e IV, que foram lançadas para trabalhar na estação espacial e usavam a nave Apollo.



A Skylab era composta de cinco partes: um telescópio (ATM); um adaptador para acoplagem múltipla (MDA); um módulo selado (AM); uma unidade de instrumentos (IU); e um espaço de trabalho orbital (OWS).

A missão Skylab I foi a responsável por colocar em órbita a estação/laboratório espacial Skylab. Foi uma missão não tripulada que usou o foguete Saturno V.

Encontramos um documentário, porém em inglês que conta mais sobre  o Skylab


sexta-feira, 16 de junho de 2017

Atrizes dos Anos 80

Kim Catrall - Ela Fez o papel de garotas sensuais em filmes como: Porkys - a Casa do Amor e do Riso (1982) e MAnequim (1987). Ela atuou tambem na Série Sex and City (1998 -2004)




Kathleen Turner - A Atriz foi um símbolo sexual por sua grande atuação em Corpos Ardentes (1981)



Apollonia Kotero - Ela foi a musa do Filme Purple Rain, onde fazia par romântico com o cantor Prince(in memorian)


Kelly McGillis - A Atriz fez um ótimo trabalho em Top Gun - Ases Indomáveis (1986), juntamente com Tom Cruise. Em breve estara gravando a sequencia do filme, o que pode significar o retorno da sua carreira.



Kin Basinger - Conhecida por ser uma das mulheres mais atraentes daquele tempo, Kim trabalhou em filmes como 007 - Nunca mais outra vez (1983) e Batman (1989).


Lea Tompson - A Atriz interpretou a mãe de Marty McFly no clássico da cultura pop "De Volta Para o Futuro (1985)".


Michelle Pfeiffer - O primeiro grande sucesso dela foi em Scarface (1983), com All Pacino)


Robin Wright - Ela fez sucesso em A Princesa Prometida (1987), atualmente ela faz parte da série House of CArds)



terça-feira, 13 de junho de 2017

#Recordações do Baú

#Recordações  do Baú
Colaboração de : Stos Renish
As Melindrosas foi um quarteto feminino que se formou em 1978 e encerrou em 1986, composto pelas cantoras Gretchen, Sula Miranda, Yara e Paula.
Descobertas e produzidas por Jorge Gambier, lançaram em 1978 o LP "Disco Baby", que apresentava cantigas de roda gravadas em estilo disco (sucesso na época). Obteve sucesso, chamando pela primeira vez a atenção para o mercado musical infantil no Brasil.
Gretchen, na época conhecida como Maria Odete, deixou o grupo logo nos primeiros meses de lançamento do LP para seguir carreira solo. Sula Miranda que utilizava o seu nome de registro Sueli, a outra irmã Yara e a prima Paula deram continuidade
Para relembrar



A Patotinha foi o 1º grupo infantil brasileiro.
Em 1978, durante uma viagem para a Argentina, Osmar Zan teve a ideia de criar o grupo depois de assistir ao programa La Pandilla de Juanito Buscapie. Os testes aconteceram com várias meninas e as quatro escolhidas (Mônica, Márcia, Cecilia e Kátia) já participavam dos programas de tv da época, novelas, desfiles, comerciais e filmes.
O grupo gravou 11 lps e 13 compactos. Um lp é em Espanhol.

para relembrar



O trio As Sublimes surgiu em rede nacional no ano 1993, formado por Lílian Valeska, Isabel Fillardis e Karla Prietto.
Idealizado por Alexandre Agra em homenagem ao trio The Supremes, antigo grupo de Diana Ross, Mary Wilson e Florence Ballard.
Teve o primeiro vídeo dirigido por Andrew Waddington e Mapi Stockler com a música Boneca De Fogo.
Isabel Fillardis que estreou como atriz na novela Renascer da Rede Globo, no papel de Ritinha, fez participação no primeiro disco do trio, depois dedicou-se integralmente às novelas.


para relembrar

Beatles 50 Anos

Colaboração:
Gilberto Moreira da Silva
A maior revolução da música – uma viagem de volta a 50 anos atrás

A GRANDE ORQUESTRA

Na sala de concertos, a orquestra dá uma última afinada em seus instrumentos. A plateia murmura, ansiosa, à espera da criação do grande mestre. De repente, irrompem guitarras feéricas, acompanhadas pela forte marcação da bateria. A voz de Paul berra do fundo da garganta anunciando a Banda do Sargento Pimenta. Sóentão a cortina se abre e a banda entra em cena, provocando gargalhadas de prazer no público. Os quatro se apresentam: – Somos a Banda do Clube dos Corações Solitários do Sargento Pimenta...

Todos em êxtase. O grande mestre – que se chama The Beatles – mais uma vez não decepcionou ninguém. Pelo contrário, surpreendeu o mundo com um trabalho que mudaria definitivamente o curso da música contemporânea. Não há dúvida de que foi também um marco divisório na carreira da própria grupo. O mais impressionante, porém, é que a música popular nunca mais foi a mesma depois desse disco e todos os pop stars queriam fazer também seus álbuns conceituais – como se Sgt. Pepper’s fosse apenas isso. Até aquele momento, o LP era nada mais, nada menos que o melhor trabalho dos melhores do mundo – e muitos o consideram até hoje o ponto máximo da carreira dos Beatles, inclusive John Lennon: “Sgt. Pepper’s é o primeiro de todos. Foi um pico. Paul e eu estávamos realmente trabalhando juntos quando o fizemos.”

Foi um álbum pioneiro sob muitos aspectos: nenhum disco pop, até então, tivera um mesmo tema do começo ao fim, nem tampouco faixas ligadas umas às outras, praticamente sem interrupção; além disso, os quatro levaram ao extremo, nesse LP, uma inovação que já haviam introduzido em Rubber Soul e Revolver: o uso de orquestração e instrumentos estranhos ao rock, assim como grandes elaborações de produção. Desta maneira, foram maiores os desafios à habilidade de George Martin, que teve que conseguir entre outras coisas, ruídos bucólicos (como mugidos de vacas e relinchos de equinos), uma orquestra de 41 figuras para tocar sem partitura, um som que só fosse audível por cachorros e assim por diante. Desempenhou tão bem suas funções que um crítico chegou a considera-lo autor do álbum – o que magoou profundamente os verdadeiros criadores conforme conta Paul: “Ficamos ofendidos com isso (...) Não é essencial que ele nos ajude, embora seja uma grande ajuda, mas vocês sabem muito bem que o álbum não foi feito por ele!”.

Sgt. Pepper’s chegou na hora certa – no momento em que os jovens agitavam bandeiras pacifistas, descobriam o amor livre e prazeres psicodélicos – trazendo todos esses elementos da maneira mais inesperada possível. Era um reflexo da realidade, mas surpreendia pelo modo criativo de abordá-lo. Enfim, a palavra de ordem não era o real, mas o sonho. Em Sgt. Pepper’s, ele era lindo, louco, inesquecível.


MATURIDADE

Havia a ideia de fazer um álbum conceitual referente à infância e à adolescência dos quatro. Mais ou menos em setembro de 1966, Paul apareceu com a canção “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”. Decidiram que este seria também o título do disco e alguém teve a ideia de fazê-lo como se fossem eles a banda. Daí em diante, a unidade do álbum foi tomando forma: cada nova canção que aparecia encaixava sob medida onde era colocada. As gravações começaram em dezembro de 1966 e se estenderam (com um pequeno intervalo de Natal) até abril de 1967. Se recordarmos que o primeiro álbum dos Beatles ficou pronto em um dia, teremos uma vaga ideia do quanto o trabalho dos rapazes amadurecera.

E, como disse John, ele e Paul estavam mais entrosados do que nunca. O resultado não poderia ser melhor. As polêmicas, obviamente, não foram poucas. Enquanto os fãs ensandeciam de prazer, a intelectualidade, enfim, adotava os Beatles. Ou seja: agora, até a nata cultural podia assumir que gostava dos quatro, pois haviam mostrado ser muito mais que rapazinhos de Liverpool a deslumbrar moçoilas. Até a imprensa oficial (foram capa da Time, por exemplo) começava a adular os Fab Four.

UMA COROA PARA A PETULÂNCIA

Mas havia também os advogados de acusação – ou não seria um trabalho de vanguarda. Spiro Agnew (na época governador de um estado norte-americano, posteriormente, vice de Nixon) tentou proibir “With A Little Help From My Friends” no rádio, pois achava que a frase “I get high” (eu fico alto) referia-se a drogas. “A Day In The Life” foi banida da BBC pelo mesmo motivo, mas os Beatles nunca disfarçaram a referência às drogas presente no disco, que se transformou num símbolo da abertura das portas da percepção (aliás, Aldous Huxley, autor do livro As Portas da Percepção, onde descreve uma experiencia com mescalina, está representado na capa do disco).

Mas as pessoas viam muito mais “horrores” do que realmente existiam. Foi nessa época, inclusive, que Paul contou à revista Life que já havia tomado LSD, causando um grande reboliço na cabeça dos que acreditam que os jovens são meros seguidores de exemplos, sem vontade própria. Como se os Beatles fossem os detonadores da onda psicodélica que varreu o mundo no final dos anos 60! Se pessoas como Spiro Agnew e seus sucessores se deixassem influenciar pelos Beatles, talvez não estivéssemos mergulhados até o pescoço no atual estado de coisas.

CAPA

A capa do disco não causou menos surpresa que seu conteúdo. Foi criada por Peter Blake, mas a partir de ideias dos Beatles. Traz uma colagem de fotos de pessoas pertencentes ao mundo artístico ou simplesmente às lembranças dos Beatles: Elvis, Dylan, Marilyn, Fellini, Oscar Wilde, Karl Marx, Aldous Huxley, o Gordo e o Magro, Tom, Mix, Marlon Brando, entre muitos outros. Hitler estava lá, mas conta-se que na última hora, John achou que sua presença seria de extremo mau gosto e o retirou). A gravadora EMI não concordava com a capa, pois temia que as pessoas vivas ali representadas iniciassem um processo. Paul argumentou que todos iriam adorar estar ali (e foi o que aconteceu). Mas ser tornou necessário que os Beatles concordassem em retirar Ghandi (a gravadora visava ao mercado indiano), pagassem uma indenização prévia de 40 milhões de dólares para o caso de processos e que Brian Epstein conseguisse uma autorização de cada uma das 62 pessoas vivas presentes na colagem.

As quatro figuras de cera que representam os Beatles no museu londrino de Madame Tussaud estão lá, com seus terninhos dos tempos de bons moços. Bem ao lado, os quatro (de verdade!), vestidos em seus coloridos ternos de cetim, feitos especialmente para a ocasião por Jann Haworth e inspirados em uniformes vitorianos (a última moda em Londres naquele momento). Seguram instrumentos de banda e no bumbo, à sua frente, está escrito “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”. Uma boneca veste uma camiseta com a inscrição “Welcome the Rolling Stones” (Bem-vindos os Rolling Stones). À frente da banda, o nome Beatles e uma guitarra formada por flores. Há quem diga que há também pés de maconha, em protesto contra a não legalização da erva.

As estatuetas no jardim foram trazidas das casas dos quatro. O disco tem ainda um encarte em papel-cartão, com apetrechos da banda para recortar – divisas, emblemas, bigode, etc. Esse último não era nem necessário, pois muita gente deixou crescer o bigode no estilo da banda. Conta-se que a tomada dessa foto, no estúdio do fotógrafo Michael Cooper, em Chelsea, foi uma continuação da loucura em que se realizou a gravação de todo o álbum, com muitos excitantes químicos, improvisação e acontecimentos insólitos que entravam madrugada adentro.

Não podia ser diferente. Afinal, nunca eles haviam ousado tanto em termos de experimentação. E nunca o resultado havia sido tão perfeito. Raras vezes na história a ousadia é tão rapidamente coroada de êxito. A confecção de Sgt. Pepper’s foi um happening. E, até hoje, ouvi-lo pode-se transformar em outro.

FICHA TÉCNICA
Gravação: entre 6 de dezembro de 1966 e 21 de abril de 1967
Data de lançamento: Inglaterra: 01/06/1967
Estados Unidos: 02/06/1967
Brasil: setembro de 1967
Estúdio(s): Estúdios EMI e Regent Sound Studio, Londres
Duração: 39:42
Formato: LP
Gravadora: Parlophone
Produção: George Martin

LADO 1

1. Sgt. Pepper´s Lonely Hearts Club Band
2. With A Little Help From My Friendes
3. Lucy In The Sky With Diamonds
4. Getting Better
5. Fixing A Hole
6. She’s Leaving Home
7. Being For The Benefit Of Mr. Kite

LADO 2

1. Within You Without You
2. When I’m Sixty-four
3. Lovely Hearts
4. Good Morning, Good Morning
5. Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (Reprise)
6. A Day In The Life

Os textos aqui apresentados foram Adaptados do texto original idealizado por Maria Emilia Kubrusly na Revista Poster "The Beatles, Volume 3", fevereiro/85 , Editora Som Três.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

#BaúfatosHistóricos
Décadas de 70 e 80
Cubatão: dezenas de indústrias modernas, bilhões de cruzeiros arrecadados e a maior poluição do mundo



#BaúFatosHistóricos
Cubatão: Décadas de 70 e 80
Bairro de Vila Parisi, conhecida como o Vale da Morte.
Nos bairros em torno das indústrias de Cubatão (SP) a população convive com 75 tipos diferentes de poluentes, responsáveis pela alta incidência de doenças respiratórias. 
Além disso, na cidade ocorreram vários casos de malformação do organismo 
e do nascimento de crianças sem cérebro (anencefalia)





#BaúFatosHistóricos
Cubatão: Décadas de 70 e 80
Em Cubatão, muitos dos operários das indústrias vivem em locais como Vila Socó, uma favela construída sobre os dutos de combustível da Petrobrás, parcialmente destruída por um imenso incêndio em fevereiro de 1984, quando morreram centenas de pessoas